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Cris Corrêa - 26 anos
São Paulo




" A mesma força que faz na crisálida a lagarta
transformar-se lentamente em borboleta, faz da
minha alma uma metamorfose contínua...
" - By Me



Ocupação:
•Estudante - Pedagogia
•Fantoche/Teatro de Bonecos
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Porque Frenesy??

Pra quem não sabe, a palavra Frenesi significa:
"inflamação cerebral - delírio proveniente dessa inflamação".
A grande massa sofre desse mal, e os que deveriam ter suas mentes curadas, infelizmente, têm se deixado 'contaminar'.
Acompanhe os posts e tente entender mais sobre essa "doença".


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''A razão é a ultima etapa para se perceber que há um número infinito de coisas que está além dela. A razão é simplesmente medíocre se não chega ao ponto de entender isso". - Pascal

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Li em 2008:

•Cabeça de Porco - Luiz Eduardo Soares, MV Bill, Celso Athayde - Ed. Objetiva

•Elogio da Loucura - Erasmo de Rotterdam - Ed. Martin Claret

•Porque almocei meu Pai - Roy Harley Lewis - Ed. Companhia das Letras

•O Anticristo - Nietzsche - Ed. Martin Claret

•A Escola com que Sempre Sonhei sem Imaginar que Pudesse Existir - Rubem Alves - Ed. Papirus

•Qual é a Tua obra? - Mario Sergio Cortella - Ed. Vozes

"Livros não mudam o mundo, quem muda
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Li em 2009:

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ENXERGANDO PESSOAS INVISÍVEIS

Por: Pr. Daniel Rocha - dadaro@uol.com.br - Pão Quentinho XCVIX

Soube recentemente de um  psicólogo que “virou” gari durante oito anos e varreu as ruas da maior universidade do país para concluir sua tese de mestrado sobre “invisibilidade pública”. Em suas observações constatou que a maioria dos trabalhadores braçais são “seres invisíveis”, ou seja, a percepção humana do outro não os alcança.  

Sua existência foi ignorada pelos seus amigos e professores, que esbarravam por ele, sem se desculpar, como se tivessem esbarrado num poste, pois não o “viam”. Uma vez precisou entrar no prédio onde estudava, com uniforme de gari, passou na frente de todos seus conhecidos, mas ninguém o enxergou. Ficou atordoado pela sua “não existência”, e chorava quando voltava para o seu mundo real. Descobriu que um simples “bom dia”, que nunca recebeu como gari, pode representar uma lufada de vida e de esperança na vida de uma pessoa.

 

Confesso que a experiência desse homem tocou em minha alma, pois me levou a enxergar minhas doenças sociais. Também sou igual aos seus professores e amigos, que têm um olhar seletivo. Mas com um agravante: sou um homem de fé (que seguramente tem muito a  aprender).

 

Ser ignorado talvez seja a pior sensação que existe para um ser humano. Não é o ódio o contrário do amor, mas a indiferença. Nossos olhos estão acostumados a enxergar o belo, a valorizar o esteticamente apresentável, a granjear amigos que apresentam qualidades morais adequadas, que sejam limpos, decentes, bem casados, pessoas bem resolvidas, que professem nossa fé e nos façam bem.... afinal, não queremos manchar nossa reputação.

 

Duvido que reconheceríamos Jesus como Enviado de Deus, se o víssemos andando pelas estradas poeirentas da Judéia, pedindo um copo d’água à beira de um poço. Afinal, Isaías diz que  ele “não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo mas nenhuma beleza havia que nos agradasse, era desprezado e o mais rejeitado entre os homens” (Is 53.2-4).

 

Duvido que mesmo professando uma fé solidária daríamos atenção a um bando de leprosos clamando misericórdia, a uma samaritana de reputação duvidosa, a uma estrangeira com uma filhinha endemoninhada, a uma adúltera pega em flagrante, ou a um cego pedindo esmola à beira da estrada.... Não, nossos olhos se recusam enxergar essas coisas: preferimos ver pessoas que têm vitórias para contar, pregadores que chegam em carros reluzentes testemunhando o como eles não tinham nada e como agora são abençoados. Associamos a presença de Jesus com ternos bem cortados, glamour, jóias e penduricalhos.

 

Aprendo nos evangelhos que o Reino dos Céus é semelhante a uma grande ceia onde são chamados “os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos” (Lc 14.21). Não haverá “bacanas” no céu, e sim pessoas que foram “invisíveis” aos nossos olhos.

 

Como igreja não temos aprendido a olhar essas pessoas. Certo domingo após um eloqüente sermão, um homem muito simples, e de aparência pouco atraente, que vez ou outra aparece, pediu-me que estivesse orando por ele durante a semana, pois  estava muito mal de saúde. Disse-lhe que ficasse tranqüilo, que o faria. Mas esqueci completamente, pois sua débil figura não me veio a mente nenhuma vez. No domingo seguinte lá estava o pobre homem na fila para apertar a minha mão, e com um sorriso no rosto me perguntou: - “Pastor, o senhor orou por mim, não foi? Deus ouviu sua oração, pois estou me sentindo bem melhor”.  Engoli seco com um nó na garganta, e o abracei em silêncio.

 

O moço da pesquisa mudou depois de passar por aquela traumática experiência existencial: deixou de lado suas doenças burguesas, tornou-se amigo daquela gente pobre da periferia, passou a freqüentar suas casas e nunca mais deixou de cumprimentar um trabalhador.

 

Nós temos muito mais razões ainda de mudar: um dia conhecemos Aquele Homem de dores, nossos olhos foram abertos por Ele, e mostrou nossa real condição: somos todos miseráveis que precisam da Graça divina. Já não há mais lugar em nosso meio para o orgulho, distinção, fé presunçosa e caprichos infantis, pois são doenças de quem ainda não compreendeu o que é o Evangelho.

 

O reconhecimento da presença de um Jesus sofredor e pouco aceitável dentro de nós haverá de nos levar a enxergar as pessoas invisíveis que Ele tanto amou. A partir de hoje aprenda a cumprimentar e respeitar as donas Marias que fazem o cafezinho de seu escritório, os Sebastiões que abrem o portão do seu prédio e os Beneditos que varrem o chão.... todos esses outrora homens e mulheres invisíveis, mas que agora fazem parte de sua vida, porque Deus os colocou ali para ver se você os enxerga ou não.

 

Faço ao Pai minha oração: “Abre os meus olhos, Senhor, para enxergar quem eu não tenho percebido, nem amado ou me preocupado.  Que eu reconheça e valorize aqueles irmãos de fé que não apresentam beleza ou distinção alguma. Quero ter olhos  bons para os solitários, tímidos e desajeitados. Que eu não discrimine ninguém pelo que é, pensa ou age. Amém”.

 

 

 

 



- Postado por: Cris Corrêa às 05h03 AM
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O POVO GOSTA!

Por: Pr. Daniel Rocha - dadaro@uol.com.br - Pão Quentinho XCI 

                   

   “...com a boca professam muito amor, mas o coração só ambiciona lucro” (Ez 33.31)

Espera-se que empresários, publicitários e comerciantes, possuam um faro apurado para descobrir o que apetece o gosto da clientela. Faz parte do “tino” comercial. Há muitas coisas que o povo gosta, e pode lucrar quem percebe o gosto popular. Foi uma longa sucessão de erros e acertos que permitiu à Coca-Cola encontrar a fórmula ideal que agradasse totalmente a seus consumidores, levando-os hoje a comprar milhões de unidades anualmente em todo o mundo.
 
Descobrir a preferência popular também tem sido a preocupação de líderes, pastores e ministérios que levam o nome de Jesus.  O problema aqui não é o sucesso que eles obtêm, mas o fato de terem adaptado a fórmula (leia-se: Evangelho), ao gosto popular. O que o povo gosta? Então é isso que será oferecido: às favas a ética, a fidelidade à Palavra, os ensinamentos de Cristo, as doutrinas neotestamentárias, ou a Verdade... o que importa é que o povo seja um consumidor satisfeito e feliz.
 
Vejamos algumas estratégias utilizadas ao arrepio da Palavra, mas bem ao gosto do poviléu:

1) Pode parecer coisa de somenos importância, mas até o nome da igreja é pensado para atingir a preferência popular. Quando ela tem um nome que a identifica com o bairro, tipo “Igreja X do Jardim Robrú”, não cai bem aos ouvidos dos fiéis. É preciso que o nome mostre grandiosidade, pois embora seja gente humilde, há um gosto secreto pelo pomposo; possuem localização periférica, mas sonham em fazer parte de algo muito maior. Por isso os líderes sintonizados com o gosto popular batizam seus ministérios como sendo de ordem “Mundial” ou ao menos “Internacional”, e até mesmo “Universal”, mesmo antes de sair da periferia. Por que agem assim? O povo gosta.
 
2) Ao convidar pastores para participar de suas festividades, eles precisam ser famosos e possuir um currículo de “cruzadas de milagres”. Embora Jesus tenha dito que dos homens nascidos de mulher não havia ninguém maior que João Batista, este, entretanto, nunca fez um milagrezinho sequer (Jo 10.41). Logo, ninguém convidaria João para um evento. O povo gosta de tudo que é glamoroso; um convidado que chega de ônibus ou num carro vazando óleo não é boa propaganda do ministério, mas se ele surgir num reluzente automóvel e muitos assessores esperando, isso significa unção e poder. O povo vibra.
 
3) Nossos patrícios gostam de coisas fantásticas: menina-pastora de 6 anos, homem que morreu e voltou, demônios que dão entrevista, ex-bruxo, ex-guru, ex-vedete.... não basta ter vivido os erros comuns de todos os mortais: precisa ter errado muito. O povo se encanta.
 
4) Nossa gente dá muito valor a rituais. Se a Bíblia ensina que basta pedir a Deus com fé simples e orar ao Senhor assentado solitário em sem quarto, provavelmente não farão. Mas se o guia espiritual pede para acender velas, escrever num papel, queimar na fogueira e beber água orada, ele o faz.  O povo adora fórmulas.
 
5) Tornou-se comum nas programações das rádios surgir em meio às palavras do pregador um “dekantalabachúria” ou um “ripalabassuriondera”. O que é isso? É uma tentativa de demonstrar “intimidade” com o Espírito, como se fosse o dom de glossolalia. Obviamente trata-se de uma farsa, posto que contradiz todas as normativas que o apóstolo Paulo faz do assunto em I Coríntios 14, ou seja: [1] “quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus”, (portanto não edifica a outrem); [2] “se, com a língua não disserdes palavra compreensível, como se entenderá?”, (com isso banalizam o dom divino e jogam palavras ao vento); [3] “o que fala em outra língua deve orar para que a possa interpretar... não havendo fique calado” (o que nunca acontece, pois são desobedientes); [4] “se puserem a falar em outras línguas na presença de incrédulos, não dirão que estais loucos?” (sim, dirão, e provavelmente estão). Tudo isso, na verdade é uma exibição de imaturidade espiritual.... mas o povo admira tudo o que não compreende.
 
6) Jamais pregam sobre pecado, arrependimento, santidade, ou viver em comunhão. Isso desagrada a clientela. Seus temas recorrentes são: vitória, prosperidade, conquista, cura, vitória novamente, unção, cabeça e não cauda, pisando os inimigos, e outra vez vitória. É como se a pregação bíblica resumisse a isso. Mas o povo deseja ouvir as mesmas coisas semanalmente.
 
Jesus, que não ia atrás da opinião do povo, nunca correu atrás de ninguém melhorando a oferta, nunca regateou as condições para participarem do Reino, nunca fez liquidação para alguém entrar no céu ou alargou o caminho estreito para facilitar-lhes a vida. Ao contrário, a partir de certo momento de seu ministério a multidão começou a abandoná-lo (Jo 6.66), escandalizada com suas palavras.  Na verdade, a multidão sempre foi um impedimento para que muitos chegassem a Ele (vide a mulher do fluxo de sangue e o cego de Jericó). Certa vez Jesus havia se  “retirado por haver muita gente naquele lugar” (Jo 5.13). Desconfio que Ele continua fazendo o mesmo hoje.
 
Seguir as inclinações do povo é perigoso: a massa anseia por espetáculo, não verdade. A massa se enfada rapidamente, daí a necessidade de atrações permanentes. Deus nos livre de fazer parte de um rebanho de tolos! E Deus nos proteja dos guias espirituais interessados em fazer a vontade do rebanho.



- Postado por: Cris Corrêa às 04h43 PM
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"Deus Incomoda"

Por: Pr. Daniel Rocha - dadaro@uol.com.br - Pão Quentinho LXXXIII

 

 

Para uns, Deus é uma força cósmica, uma energia poderosa e inexplicável, que emana suas radiações dos confins do Universo.

Para outros, Deus criou o mundo, mas hoje está inoperante por não ter impedido que coisas ruins acontecessem, como o Holocausto, o 11 de setembro e a tsunami destruidora na Ásia.

 

Ainda para alguns, Deus é um ser castrador, que inventou mandamentos, regras e proibições para impedir que gozemos tudo o que há de bom na vida. Já em outro extremo, há os que vêm em Deus uma divindade  tão amorosa que Ele não faz conta de nossos erros, tropeços e pecados... é enfim, um “deus bonzinho”, que lá no Antigo Testamento foi severo, mas agora se arrependeu.

 

Não é difícil perceber que, embora desconheçam da natureza e do caráter divino narrados nas Escrituras, as pessoas estão em busca de uma espiritualidade – qualquer uma – para fruir de suas bênçãos e benesses, mas nem sempre desejam Aquele que originaram elas. O povo tem fome de que? Certamente não é do “Deus de Abraão, Isaque e Jacó”, e nem tampouco de Jesus de Nazaré.

 

Em primeiro lugar, o povo busca sensações prazerosas. Por isso a avaliação que fazem de nossas reuniões de fé sempre se dá no campo estético: “gostei”, “bonita apresentação”, “bela mensagem”. Ou ainda no campo da sensação: “senti uma coisa gostosa ali”.  Sem dúvida que a presença divina pode proporcionar tudo isso, mas um verdadeiro encontro com o Eterno não fica só na sensação: a vida inteira é tocada.

É duvidoso afirmar que a maioria das pessoas que procuram uma instituição religiosa ou o auxílio de um pastor, estejam de fato buscando um Deus que reine em suas vidas, que controle seu humor, dirija seus sonhos,  e conceda-lhes uma virada existencial. Não! Desde que a igreja atenda alguns de seus problemas pontuais, está tudo bem, e isso por vezes independentemente de qualquer fé em Deus.

 

Quando vejo nas manhãs frias de domingo igrejas repletas de fiéis, braços levantados, entoando cânticos de vitória, custa-me crer que estejam de fato buscando ao Deus Trino, Santo e Soberano. Vamos comprovar? Eliminem-se as promessas de cura, de emprego, e de resolução de problemas.... e aquele local se esvaziará.  Experimente-se num espaço de grande aglomeração de fé alterar o cardápio que será oferecido à multidão, e ao invés de um “encontro de milagres” promova-se ali um estudo profundo da Epístola de Tiago e uma palestra com o tema “Santidade ao Senhor”, e constataremos que todo interesse desaparecerá. Não, não é a Deus que buscam.

Na verdade, poucos querem Deus, pois Deus incomoda.  Ele nunca nos dá nenhuma certeza, a não ser Suas promessas  escritas num livro com mais de dois mil anos. Não há apólices, contratos ou qualquer outra segurança que seja visível ou palpável. Neste mundo moderno as pessoas não querem incertezas ou riscos.

 

Como Eugene Peterson observou, Deus incomoda porque esperamos que Ele resolva nossos problemas de caráter e de vícios de forma rápida e indolor. Mas Ele insiste num “programa de recuperação” lenta e gradual.

Deus incomoda porque Ele destrói nossas ilusões religiosas mais sublimes.  Foi assim com o povo que seguia a Jesus porque “tinham visto os sinais que ele fazia” (Jo 6.2), mas quando o Mestre começou a mostrar a outra face do Reino essas pessoas abandonaram a fé e já não andavam com Ele. Até os próprios discípulos também foram confrontados: ”Quereis também vós retirar-vos?” (Jo 6.67). Em outras palavras: o homem que segue a Cristo por uma razão falsa ou errada está iludindo a si mesmo e enganando a Igreja, pois quem os observa presume que este iludido seja um cristão. E não é! (Lloyd-Jones).

 

As pessoas não se sentem confortáveis com Deus em suas vidas. Elas preferem algo menos temível, como por exemplo, serem simpatizantes da fé e freqüentadoras dos cultos. Por quê? Simples: Deus incomoda, perscruta, atinge, inquire, confronta nossos valores, provoca crise, altera nossa rotina, retira todas as nossas seguranças, substitui o reinado do ego para construir em nós o Seu reino, pede que eu me esvazie, e me “envia” ainda que eu não me ache preparado ou capaz.....

 

Definitivamente é perigoso envolver-se com Deus.



- Postado por: Cris Corrêa às 08h29 PM
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Olha só o que eu fiz

 

Desde muito cedo existe no ser humano a vontade de ser notado. É só observar as crianças, e logo se percebe que qualquer rabisco que fazem, correm e mostram á alguém, é nítido que o sentimento de: Olha só o que eu fiz! É algo nato no homem. É de costume para adultos elogiá-los por suas criações, mesmo que façam coisas abstratas, ainda assim recebem elogios e palavras de encorajamento, e isso os motiva a fazer mais, e por conseqüência continuam a mostrar seus feitos, pois acreditam que realmente estão se saindo bem. Exceto quando é algo que traga reprovação, algo ruim, já definido como feio, ai a tendência é esconder.

 

 Eu como uma ‘boa ser humano’, ainda que por vezes não praticante, não sou muito diferente. E isso é algo que já venho tentando expressar aqui há algum tempo. Tenho sim esse sentimento de: “Olha só o que eu fiz”, e, é certo que gosto de receber elogios. E tb tenho forte tendência a esconder meus defeitos, minhas limitações, não tenho costume em fazer deles assunto. Procuro não expor meus desejos carnais, e pouco comento sobre minhas falhas. Mas como me considero cristã, procuro sempre achar um meio pra me negar e seguir a Cristo. Eis a questão...

 

Fiquei tentando me enganar durante um bom tempo, por vezes fingi pra mim mesmo que eu não queria ser notada, que não gostava de receber elogios, que não deixava escondido o que faço de ‘feio’, mas é fato que isso era/é uma grande mentira, afinal eu sou humana. Negar isso não é nada sincero.

 

Logo que alguns dos meus textos começaram a ficar conhecidos, algumas pessoas me procuravam(ainda procuram), pra me parabenizar, dizer coisas bonitas ao meu respeito, alguns chegam ao absurdo de dizer que são meus fãs, é engraçado, mas muito perigoso ao mesmo tempo pois a maioria não me conhece. Quando o João Alexandre me procurou, e logo depois gostou de um texto meu, e pediu pra usa-lo em suas apresentações, eu me achei a ultima bolacha do pacote, confesso que tive vontade de sair falando pra todo mundo, mas quando olhei pra mim e vi que me portava como criança naquela ocasião, percebi que não passo do verme do coco do cavalo do bandido, e isso só aumentou a reflexão sobre minha natureza, comecei a pensar sobre como faria pra não me deixar guiar por ela nessa questão, como faria pra não ser hipócrita. Apartir disso me perguntei: Quem eu sou?

 

A resposta não foi nada satisfatória, pq logo vieram meus defeitos, ninguém melhor do que nós mesmos pra saber onde somos fracos, e onde é que falhamos. Outra pergunta surgiu: “O que será que as pessoas que dizem me admirar pensariam se soubessem?’. A resposta foi: “Veriam que sou imperfeita”. Cheguei ao ponto chave da questão. Nos esquecemos que somos imperfeitos, principalmente quando somos admirados, pq nos acostumamos a ouvir coisas boas ao nosso respeito, ainda que elas sejam inverídicas, exageradas, cheia de confetes, nós acolhemos como sendo verdade, e deixamos de nos ver como realmente somos: imperfeitos.

 

Na lógica racional de Descartes:  

Deus = perfeição - Homem = imperfeição

Acredito fielmente que ele estava absurdamente certo.

 

Temos a tendência a endeusar quem admiramos, pq estamos sempre em busca da perfeição, quando nos deparamos com algo que nos provoca admiração em alguém, automaticamente concluímos que ali esta um ser perfeito, ainda que seja inconsciente, agimos assim. Por isso vejo perigo em ser admirado e, em admirar. Nossa busca pela perfeição humana nos torna cegos, nos faz perder a razão...

 

Quero deixar claro que não vejo pecado em querer ser notado, desde que isso não seja o fator principal que te move a realizar, e que sua visão seja realista, e consciente de quem vc é.  Não vejo erro em admirar alguém, desde que tenha a consciência que ali não existe um ser perfeito passivo de erros.

 

Quando queremos ser notados, percebidos, temos que primeiramente ter uma idéia de quem somos, pra que não sejamos iludidos com o que dizem ao nosso respeito. Só assim deixaremos de agir como crianças, que só buscam elogios para seus feitos, e escondem suas travessuras. Mal podem perceber suas falhas. Paulo nos aconselha a sermos como crianças na malícia, não no entendimento, este é primordial para negarmos nossa natureza. Necessitamos tb saber quem Deus é.

 

O ser notado se não entender sua imperfeição e ser consciente de seus defeitos, atribuirá pra si a imagem que os admiradores têm dele, e deixará de ser verdadeiro, ou se perderá em utopias. Será tomado por uma ilusão de que é perfeito, pois o que faz gera louvor, aplausos, já não caberá mais erros no seu dia a dia, será quase um 'deus', se deixará colocar em um patamar superior aos demais. Já o ser que nota, se decepcionará continuamente com seus ‘ídolos’, pois estes serão continuamente imperfeitos, jamais poderão sempre fazer coisas dignas de glória.

Cito aqui o querido Caio Fábio, que muito foi aplaudido e honrado e quando ‘pisou na bola’ foi massacrado como se o que aconteceu com ele não fosse conseqüência do que somos, falhos. Seus próprios admiradores o apedrejaram sem reconhecer que não eram dígnos de atirar-lhe pedras, pois todos eram/são imperfeitos homens(iguais).

 

Sou um ser humano com o sentimento de: “Olha só o que eu fiz!” Não serei hipócrita em negar isso, meu nome esta aí embaixo de cada postagem pra provar o que digo. Mas entendi que não é isso que deve me motivar a escrever, não preciso expor á espera de louvor, ou admiração dos outros. Não devo procurar as esquinas para orar em voz alta, ou dar esmolas com a intenção de destacar o quanto sou 'piedosa'. Mas devo olhar diariamente pra quem sou, reconhecer o QUANTO sou fraca, conhecer minhas falhas(GARANTO que são muitas, e não há NADA de bonito nelas). Me espelhar na pessoa de Cristo, para aprender o que devo mostrar aos outros, assim como Ele, me fazer conhecida pelo que trago em essência e não pelo que faço. Perceber que algumas coisas que realizo, são parte do meu dever como cristã. Logo não me cabe mostra-las como se fossem grandes feitos dignos de honra, são conseqüência natural de uma nova vida, e o que me motiva a fazer somente Deus pode contemplar, portanto é com o que Ele vê que devo me preocupar. 

 

Não estamos aqui apenas pra receber honras, glórias e louvores pelos nossos feitos, se não nunca vamos perceber que precisamos melhora-los, e que a perfeição só esta em Cristo, que é Deus manifesto em carne. Não estamos aqui pra conquistar fãs, e sim irmãos. Não estamos aqui pra esconder nossas fraquezas, mas vence-las. Aquilo que fazemos precisa refletir à Cristo, assim irá gerar VIDA, nem sempre nos resultará em elogios ou aplausos, e quem sabe ganhemos uma cruz, ou uma vergonha.

 

No fundo todos somos ‘iguais’ na condição humana. Só fará diferença aquele que reconhecer sua imperfeição, pois ela coloca em igualdade todos os homens, e nos faz perceber que somos fracos.

 

Por isso meus caros leitores, preparem-se, eu posso decepciona-los. XD

 

“... O perfeito é desumano, porque o humano é imperfeito.” - Fernando Pessoa



- Postado por: Cris Corrêa às 11h05 PM
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DOIDOS MALUCOS E LOUCOS LÚCIDOS

Por Pr. Daniel Rocha - dadaro@uol.com.br

Louco ou loucura são termos genéricos para designar os mais diversos tipos de doença que podem afetar a mente, e se caracterizam por alienação, desorganização e desagregação mental, com perda do vínculo com a realidade.
Mas não é desta afecção que pretendo escrever, e sim sobre a loucura vista a partir da fé cristã. Na bíblia, louco é quem se inculca por sábio e esquece de Deus, quem age insensatamente, quem ridiculariza e zomba do Eterno. É famoso o caso do rei Nabucodonosor, que no auge de seu poder imaginava-se como um ser que não se submetia a ninguém, muito menos a Deus. Advertido pelo profeta Daniel foi então acometido de insanidade e passou a pastar e comer grama com os bois, viver ao relento e cresceram-lhe pelos por todo o corpo. Passado algum tempo, reconheceu sua loucura (Dn 4.34) e, então, confessou com humildade:

“Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico ao Rei do céu, porque todas as suas obras são verdadeiras, e os seus caminhos, justos, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Dn 4.37)


Louco é quem pensa que nunca haverá de prestar contas de seus atos, é quem se acha dono da vida, faz o que bem entende,  planeja, decide e executa, tendo como juiz apenas os seus desejos, pois para ele “querer é poder”. Foi pensando em gente assim que Jesus deixou a parábola do homem rico, cujo campo produziu muito mantimento e ele planejou construir celeiros para passar o resto dos seus dias descansando, comendo, bebendo e regalando-se... mas Deus disse-lhe: “louco, esta noite te pedirão a tua alma” (Lc 12.20).
 
Vivemos num mundo extremamente racionalista que se recusa a crer no Imponderável. Por isso trabalha em cima de materialidade e de certezas, não havendo espaço para a fé. Álvaro de Campos, num de seus mais famosos poemas (Tabacaria), escreveu:
 
“Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?”
 
Encontramos muitos “doidos malucos” entregando-se irracionalmente à droga, ao álcool, ao sexo, ao dinheiro... e quando você lhe apresenta o Evangelho e o amor de Cristo, recusam de imediato, como se “isso” fosse ilusão.
 
Há também muitos “doidos malucos” ocupando púlpitos de igrejas, cheios de empáfia e certezas de que Deus irá se curvar às palavras de ordem deles. É verdade que Paulo disse que “aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1Co 1.21), o que é bem diferente de “pregação louca”. 
 
Mas há loucura que é lucidez.  A origem desta palavra vem de “lucidus”, que significa luminoso, brilhante, que resplandece. Albert Schweitzer, teólogo, médico, e um dos mais renomados intérpretes de Bach, poderia viver uma vida de sucesso e de facilidades, mas preferiu  embrenhar-se na selva do Congo para construir o maior hospital de leprosos de todo continente africano. Ali viveu em prol dos pobres e miseráveis até o fim de seus dias. Santa loucura!
 
Martin Luther King ousou ser uma voz luzente e ter um sonho de liberdade e igualdade entre os homens. Loucura que poderia pagar com a própria vida. E pagou.
 
Todo “louco de Deus” é por natureza um inconformado, que não se amolda aos padrões dados,  não se sente confortável no mundo, e não se submete às pressões para que se enquadre. O louco de Deus não aceita viver uma vida, digamos assim, normal. Mas isso não significa que apóie bizarrices e desvarios. Tampouco se isola em “guetos” de gente esquisita ou excêntrica. Jesus Cristo nunca pretendeu formar uma comunidade à parte do mundo, mas que vivesse e agisse no “kósmos”  sem, entretanto, seguir seu curso.
 
No Reino do Pai, louco é quem confia no poder, no dinheiro, na beleza, na posição social, na sorte, e quem imagina que vai levar alguma coisa deste mundo para o outro. No Reino de Deus a lógica de mercado não funciona, pois ali os primeiros são sempre últimos, os maiores servem os pequenos, forte é quem chora e quem perde, ganha.
 
Desejo para mim a loucura dos que sabem rir de si mesmos, e das crianças que vivem o momento com toda a intensidade, sem preocupação com o que vem depois. Prefiro a insensatez juvenil do filho pródigo à lógica mesquinha de seu irmão mais velho que contabilizava em sua caderneta os créditos que tinha com o pai.
 
Os loucos de Deus olham para o Invisível, falam com Ele, sabem-se rodeados por anjos, riem dos infortúnios, e até dizem que estes, quando lhes sobrevêm, de alguma forma cooperam para o seu próprio bem. Os loucos de Deus agradecem tanto por um banquete quanto por um pedaçõ de pão, crêem que seus corpos serão restaurados, e que passarão a eternidade num lugar onde não haverá mais contradição, choro, dor ou lágrima.
 
Como deu para perceber, não sou muito normal, e convido você a também buscar um pouco de lucidez na loucura da fé em Deus.



- Postado por: Cris Corrêa às 09h34 PM
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'Coração de Pedra'

Essa semana comecei a refletir sobre ''igreja'', sobre ser cristão, sobre a dificuldade que temos de nos desligar da famosa ''religião''. O ''virus'' da religiosidade cega, prende, petrifica o coração, e nos impede de nos achergarmos a Cristo, que é, e SEMPRE será único, simples e puro.

Procurei palavras pra expressar minhas reflexões sobre essa questão. Pensei, repensei e tudo que me veio a mente foi:

'Coração de Pedra' - João Alexandre

Ali é o lugar ideal pra quem quiser se esconder e ser mais um na multidão;
Ali é onde os homens se abraçam mas na hora de pagar o preço, lavam as mãos;
Ali é onde todos se encontram mas acabam se perdendo por achar que são invencíveis;
Ali não há lugar pra tristeza, pra angústia, pra dor ou pra gemidos inexprimíveis...

Deus não habita mais em templos feitos por mãos de homens. Deus não será jamais acorrentado às paredes de uma Religião;
Deus não habita mais em templos feitos por mãos de homens.

Deus não será jamais enclausurado na escuridão de quem ainda tem um coração de pedra!!

Ali ninguém conhece a essência, tão somente a aparência de viver em comunhão;
Ali é onde os loucos se entendem, onde os sábios se prendem ao valor da tradição;
Um falso paraíso presente, um fanatismo distante, um cristianismo sem direção;
Ali é onde todos proíbem, onde todos permitem, onde são assim, nem "sim" nem "não"...

Que vença, mesmo que haja desavença, todo aquele que repensa na crença da onipresença de Deus!
Sejamos coerentes, transparentes, reluzentes, conscientes, todos crentes que somos os filhos seus!
Na rua, no trabalho, na escola, na loja, na padaria, no posto, na rodovia, na congregação;
Que haja em nós o mesmo sentimento: que deus habite em nosso coração!

Jesus veio para nos fazer Igreja, nos convidou a negarmos a nós mesmos tomarmos a nossa cruz e Segui-Lo.

         



- Postado por: Cris Corrêa às 06h36 PM
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'A Sindrome de Edivania'





Muitos “evangélicos” ficaram revoltados com as cenas de uma personagem da novelinha das 8 na emissora Globo. A crenta Edivania incitou uma multidão em nome de Deus para linchar uma grávida e seus dois maridos.

Confesso que tb achei exagero, tudo bem que os evangélicos são em maioria ignorantes, cheios de justiça própria e tudo mais, mas linchar uma mulher grávida??
Sei lá, não creio que chegue a tanto. Mas tb não serei tola em por minha mão no fogo hehe...tem doido pra tudo.

Diante de toda essa polêmica e da apelação da emissora em mais uma vez dizer que quem segue Jesus é fanático, louco ou tem fogo na bunda, como sempre fizeram questão de passar. Me esqueci do preconceito idiota da Globo e me pus a pensar sobre a personagem. As características que a constroem, o que move essa obsessão contra o pecador e não contra o pecado. Essa mania de resolver tudo no soco, no grito, de ver o capeta em tudo e todos, de achar que pela força é capaz de convencer alguém do seu pecado.
O triste foi que depois de ficar pensando sobre, cheguei á conclusão que Edivania, a beata radical capaz de criticar, por comportamento pouco, ou 'nada cristão', até mesmo o Pastor de sua igreja, formando facções, esta presente dentro de muitos crentes. Talvez ela não se mostre assim como na novela, mas ela habita muitos corações, visto a reação de alguns “ermãos” diante do 'pecador'.

Quantos não ficam sentadinhos no banco da “igreja” só esperando alguém cair pra correr apontar o dedo, e com um sorriso cínico dizem: Eu sabia? Ou quantos não usam os púlpitos para humilhar as pessoas jogando indiretas sobre suas vidas ao invés de tratar individualmente com amor?

É difícil vermos irmãos com as mãos estendidas para ajudar o outro se levantar, a sensação que tenho é que a maioria só ajuda afundar rs...Olham com desprezo pra quem julgam ser “mais pecador” do que eles. Já vi crente que atravessa a rua pra não dividir a mesma calçada com mendigo, drogado, prostituta, ou até mesmo com esses jovens que se vestem de preto. Já vi pessoas que se dizem evangélicas se recusando cumprimentar alguém que se assume gay. Como se as pessoas fossem leprosas.

A síndrome de Edivania, faz julgar pela aparência, e faz esquecer que o cristão deve julgar sim, mas baseado na reta justiça, sem deixar de lado o amor tanto pregado por Cristo e seus discípulos. Essa “doença”, cega, faz com que se enxergue os erros alheios deixando os próprios de lado. Ela diz que todo erro que se comete é culpa do diabo e faz esquecer que na verdade é obra da própria carne. Gera um sentimento de superioridade, julgando os outros como sendo menos ou mais santos. Despreza o doente de alma, mesmo sabendo que foi justamente pra estes que Cristo veio. Essa síndrome pode levar a morte, o primeiro sintoma é manifesto em um pequeno membro do corpo humano, a língua que por ser cheia de peçonha mortal rapidamente contamina todo o restante do corpo, infelizmente ela tb é contagiosa, ataca corações fracos, invejosos, facciosos e cheios de si, rapidamente tira qualquer faísca de misericórdia que possa existir em alguém. A pior reação que a Síndrome de Edivania causa, é a de achar que toda carnalidade vem de Deus.

Eu só peço a Deus misericórdia e Fruto do Espírito: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Só através do Espírito Santo podemos ficar imunes a essa doença. Pois é Ele quem nos convence de todo pecado, e é Ele que nos molda e nos constrange diante dos nossos próprios erros.

Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.
Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus.
Por isso, rejeitando toda a imundícia e superfluidade de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas.
E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.
Tg.1:19-22

Que tal desligar a TV e ler a Bíblia?



- Postado por: Cris Corrêa às 10h03 PM
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O Sacrifício!

Médicos peritos, historiadores e arqueólogos têm examinado, em detalhes, a execução que Jesus Cristo voluntariamente suportou. TODOS concordam que Ele sofreu uma das formas mais cruéis e dolorosas de pena de morte jamais imaginadas pelo homem.Pra alguns apenas um episódio histórico, pra outros isso nem existiu, mas pra aqueles que denominam-se cristãos é o sacrifício que traz a Paz.

Jesus, sacrifício vivo, se fez maldito por nós, morreu a nossa morte para que pudéssemos viver.

Em tempos de tanta palhaçada no meio dito cristão, me faltaram palavras pra escrever no Blog, são tantas “loucuras” feitas em “nome de Deus”, são tantos atos patéticos feitos com a desculpa de que as coisas de Deus “são loucura”, mas a Bíblia nos ensina que:

Porque a "mensagem da CRUZ" é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos SALVOS, é o PODER de Deus.1ºCor.1:18

Essa é a loucura que o mundo não entende. É o sacrifício de um Deus em forma humana que se entregou a morte por amor a nós, essa é a loucura que devemos pregar.Essa mensagem infelizmente tem perdido o lugar central pra diversas lorotas gospel que surgem como “meio” pra salvação, que servem como "muletas" e, de certa forma, dizem que o sacrifício de Jesus não foi suficiente.

Confesso que estou cansada, extremamente cansada de seitas que se dizem igrejas e comercializam uma fé biodegradável e uma salvação diluída em partes, cansada de ver esse evangelho barato que vem sendo pregado, ganhar mais espaço nos púlpitos, nas rádios, nos programas de TV, enfim...nos diferentes meios de comunicação.Pouquíssimos são os que seguem os verdadeiros valores cristãos, e a multidão cada vez mais iludida com fábulas, vibrante com as heresias, contentes com as mentiras.

*Suspiros*

Pra mim o sacrifício de Cristo ainda é suficiente.



Em meio a tudo isso eu não consigo parar de pensar em Jesus naqueles momentos de dor, com o peso do mundo sobre seus ombros. Mesmo antes da crucificação começar, Ele mostrava claramente sintomas físicos de um intenso sofrimento. Na noite anterior à execução, seus discípulos dizem tê-lo visto em " agonia ". Não só ficou sem dormir toda aquela noite, mas parecia também ter suado abundantemente...Tanto era o estado de tensão, que pequenos vasos sangüíneos em suas glândulas sudoríparas se rompiam, derramando gotas vermelhas tão grandes que caíam ao solo(Lc. 22:44). Ele estava fisicamente exausto e em risco de sofrer um colapso caso não recebesse líquidos (o que aparentemente não aconteceu). Este é o homem a quem os soldados Romanos torturaram, e que muitos de nós tem feito comércio com Seu Nome.

Sabe-se que os castigos corporais dos soldados romanos eram muito sangrentos, deixando ferimentos por todo o corpo.Além disso, uma coroa de espinhos foi rudemente posta em sua cabeça, a qual era capaz de irritar gravemente os nervos mais importantes da sua cabeça, causando uma dor cada vez mais intensa e bastante aguda com o passar das horas.E Cristo suportou tudo sem reclamar...até ser pendurado completamente nu diante da multidão.



A dor e o dano causado pela crucificação foi concebido para que fosse tão cruelmente intenso que alguém anelaria constantemente a morte.Segundo o Dr. Frederick Zugibe, a perfuração do nervo médio das mãos por um cravo pode causar uma dor tão incrível que nem sequer a morfina ajudaria, uma dor intensa, ardente e horrível, como relâmpagos atravessando o braço até a medula espinhal. A ruptura do nervo plantar do pé com um cravo teria um efeito horrível e semelhante.A posição do corpo sobre uma cruz foi pensada para tornar a respiração algo extremamente difícil. Frederick Farrar descreve o efeito torturador pretendido:

"Pois de fato uma morte por crucificação parece incluir tudo aquilo que a dor e a morte podem ter de horrível e assustador.

Vertigem, cãibras, sede, fome profunda, falta de sono, febre traumática, tétano, vergonha, zombaria diante do constrangimento da vítima, longa duração do tormento, medo do desenlace, gangrena de feridas expostas - tudo intensificado até o ponto em que pode ser suportado, mas não chegando até o ponto de dar á vítima o alívio da inconsciência. Um médico chamou de "uma sinfonia da dor" produzida por cada movimento, com cada inspiração; mesmo uma pequena brisa na sua pele poderia causar uma dor intensa nesse momento. E foi assim que Cristo se entregou a morte.



O véu do templo se rasgou, e hj 2.000 e alguns anos depois vemos uma “igreja” tentando costurar novamente esse véu. “Grifes" religiosas que preocupam-se mais em vender suas "marcas" do que apresentar o evangelho puro, líderes religiosos que parecem mais macacos saltitantes em seus grandes palcos montados para espalhar uma mensagem pessoal e não ÚNICA, dizem-se loucos por Cristo, dizem que suas loucuras são de Deus, mas se esquecem que a loucura da pregação que salva é a mensagem da cruz.
Não foi em vão que Jesus permaneceu em sua agonia e vergonha, e nem porque era impotente, mas por seu incrível amor pela humanidade. Ele sofreu para providenciar o caminho necessário para a sua e a minha salvação.

Cristo foi morto e ressurgiu, venceu a morte e nos deu a oportunidade de sermos Suas testemunhas.Sua vida foi um exemplo de fé, perseverança e amor, não nos esqueçamos do sacrifício, vivamos cada dia mais de forma racional, e que nosso entendimento não seja corrompido para que sempre possamos nos manter na simplicidade que há em Cristo.

Quer ser considerado louco pelo mundo??

PREGUE A MENSAGEM DA CRUZ!



- Postado por: Cris Corrêa às 10h00 PM
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O País da Adulação!

É comum ouvirmos os “grandes líderes” ditos cristãos fazerem essa afirmação: ”O Brasil é o país da adoração.” Alguns gritam em alto e bom som esmurrando o ar, outros fazem dessa declaração um momento de muitas lágrimas expressando bastante emoção, outros ou outras, com os rostos bem maquiados(nada contra), decoram o momento com sorrisos e acrescentam: RoooW, Haleluiá, Brado de Vitória e tantos outros jargões, gemidos e urros que já conhecemos bem.
O fato é que de um tempo pra cá, uns 5 anos, comecei a me incomodar profundamente com essa de que “o Brasil é o país da adoração”. Não que eu me oponha ao Brasil ser mesmo um país de adoração a Cristo, eu faria muito gosto se fosse, destaco: SE FOSSE uma realidade. Mas a questão é que a nossa realidade não corresponde a essa fábula gospel, pelo menos em partes não corresponde. Explico o porquê apenas em partes:

Falando de adoração, no sentido de amor profundo, veneração a qualquer coisa que seja. Nisso podemos dizer que nosso país é bem dotado. O culto a carne domina e para a nação prostrando crianças, jovens, velhos e adultos em frente á velha paixão nacional: “a bunda”; muitos esperam o ano todo pra poder demonstrar sua ''adoração'' através de seus passos de samba. As inúmeras festas comemorativas realizadas em diferentes Estados que concentram uma quantidade assustadora de devotos de diversos ídolos tabém nos servem de exemplo de que aqui se ''adora''.

Olhando pra uma nação que deposita seu amor profundo, sua adoração em tantas coisas fúteis, e algumas destruidoras o cenário não é bonito, é triste e feio. Há uma postura desumana por parte da grande população, e a frieza dos órgãos governamentais atingi de forma cruel as classes menos favorecidas, a incredulidade vem aumentando - os indivíduos sem religião têm crescido no país. Entre eles, destacam-se os ateus, que hoje assumem sua descrença sem medo; a prostituição infantil e a exploração sexual têm sido: “eficaz” - em 14/11/2003 o número estimado de crianças na prostituição oscilava entre 100 mil e 500 mil, segundo um enviado especial das Nações Unidas o problema da prostituição infantil e da exploração sexual no Brasil é pior que na maioria dos países por causa da pobreza, do crime e do turismo; o tráfico de drogas gera a tão sangrenta guerra urbana que faz tanto vítimas como culpados perderem a esperança; o descaso com a educação onde apenas 85% das crianças chegam à 5ª série do ensino fundamental, e 18% das meninas e 25% dos meninos repetem o ano - conseqüência da falta de estrutura dos estabelecimentos de ensino e de uma série de outros fatores negativos faz do nosso sistema educacional uma vergonha; a precariedade do sistema de saúde que acumula moribundos nas filas infindáveis dos hospitais que sofrem pelo abandono é mais um dos tantos absurdos que vemos em nossa nação; a corrupção sem vergonha que vemos na política brasileira chega ser incompreensível de tão suja que é. Basta uma pesquisa simples pela net, revistas ou jornais e os inúmeros, reflexos do descaso brasileiro, nos é exposto.

Diante das TANTAS necessidades a serem supridas, da miséria tanto da alma como física/material dos nossos compatriotas, fica difícil acreditar que aqui seja “o país da adoração” a Cristo, não é mesmo?


Há um paradoxo, em 2000, o censo realizado pelo IBGE, apontou um número de Evangélicos de 26 milhões, 184 mil e 977 pessoas, representando 15,41% da população brasileira. No início de 2003, 30 milhões de brasileiros eram "evangélicos". A projeção para o ano de 2005 apontara para o número de 33 milhões de evangélicos representando um total de aproximadamente 18% da população.

Entre os números significativos de "fiés", crescimento acelerado das "igrejas evangélicas" e a grande miséria espiritual, física/material da população não podemos fechar os olhos pra tamanha contradição! Afinal de contas pra que existe a “igreja”?Eu me pergunto.

Pra Fazer mega show, pregar “unções” de tudo que é coisa, promover a própria imagem, distribuir visões e sonhos que em nada edificam, gravar CD’s e DVD’s, distorcer o evangelho, vender a própria imagem, lançar Bíblia de estudos duvidosos, ensinar heresias, alimentar as vaidades, abusar da fé alheia, enriquecer em "nome de Deus", prometer prosperidade, afirmar que teremos paz e blá, blá, blá...Ou para praticar a fé que opera pelo amor?

Não serei estúpida em dizer que poderíamos mudar TUDO que nos cerca, isso de fato não podemos, mas podemos além de nos mantermos isentos da corrupção do mundo, nos preocupar com a qualidde das vidas que nos cercam e não com quantidade delas. E então podemos estender as mãos ao pobre ou necessitado, e compartilhar nossa fé em Cristo de modo que essas vidas sejam restauradas, TRANSFORMADAS, verdadeiramente alimentadas e a sede saciada com a água da VIDA que quem bebe NUNCA mais tem sede.


São poucos os homens e mulheres misericordiosos que se dispõem a compartilhar do pão e da água viva. Estes passam desapercebidos pelos olhos do povo que esta tão preocupado em seguir as palavras do “cara” que prega na TV, ou da guria que gravou um novo CD-DVD, que mal enxergam o verdadeiro trabalho do Reino de Deus que consiste em amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. 

''Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.'' Jo.13:34-35


Muita coisa poderíamos mudar se tivéssemos nossas prioridades focadas. Mas confundiram adoração a Cristo com música, cada dia surge mais um grupinho musical com as mesmas afirmações, as mesmas declarações, os “mais espertos” criam suas próprias fábulas, mas no geral falam todos a “mesma língua”. E a multidão vibra, aplaude, chora, se descabela, se iludem e cegamente seguem as muitas palavras fictícias.


 


Na realidade somos o país da “adulação”, onde se louva servilmente a homens que “se dizem” a voz de Deus na terra, que posam como verdadeiros ídolos santos, mas que se negam a falar a Verdade dando espaço pra seus sonhos e desejos do coração. Fazendo como dizia Marx, da “religião” o ópio do povo, que serve pra levar as pessoas a um entorpecimento, distrair os oprimidos da realidade de sua opressão.
Estão iludindo um povo que tem fome e sede dando-lhes pão e circo.

O Brasil não corresponde a famosa afirmação gospel de que é um ''páis da adoração'' a Cristo. E o interessante é que não é preciso muito esforço pra enxergar isso. Basta sair do êxtase, conhecer a realidade da nossa nação. Ficar sóbrio!

Em João 4:23, Jesus diz que: "O Pai procura verdadeiros adoradores que o adorem em espírito e em verdade". Se Ele procura esta em falta, são poucos, é preciso achar. Então pergunto: O que significa essa multidão espalhada por ai se dizendo "verdadeiros adoradores"?

Adorar em verdade, é viver uma vida baseada nas "regras" da Palavra, é viver o evangelho de Cristo dia a dia, é se importar em viver pra obedecer a Deus, é desenvolver o caráter de Cristo em nós.

Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era estrangeiro, e hospedastes-me; Estava nu, e vestistes-me; adoeci, e visitastes-me; estive na prisão, e fostes ver-me. Mat.25:35-36

"Adoração não se percebe em falas mas em vivencias e vivencias não são faladas mas vividas." Bruno Demicheli Morelli



- Postado por: Cris Corrêa às 09h54 PM
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Eu Matei Gezuz!


Quisera eu me suportásseis um pouco mais na minha loucura. Suportai-me, pois. Porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo. Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Porque, se alguém vem e vos prega outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, de boa mente o suportais! 2Cor.11:1-4

"Dê o dízimo se não o devorador vai te pegar!Corra, grite, dance extravase em “adoração”, isso é ser livre!Não peça, ordene, pois vc é filho do rei!!Doença?Nem pensar pois ninguém que é filho do rei fica adoecido!Teus inimigos não prevalecerão, vc terá dupla honra!Vc precisa pedir perdão pelos pecados do teu avó se não jamais será liberto!Vc terá restituição de tudo que o diabo te roubou!Se vc esta passando dificuldade alguma coisa ta errada na sua vida!Mora de aluguel?Esta em pecado!"

È comum ouvir esse tipo de chavão nos rádios, programas de TV evangélicos e nas “igrejas”. Pregar a prosperidade material e terrena dos fiéis que se voltam a Gezuz, através da participação nos cultos e donativos à “igreja” é cada vez mais comum. Honra e gloria ao homem que é “fiel”, ele será exaltado, será o primeiro em tudo, sete vezes mais de bençãos e blá blá blá.

Em Gezuz o melhor de Deus pra nós esta sempre relacionado a coisas materiais e sucesso, se for ao contrário é pq VC FALHOU diante dele.
Sabe eu cansei desse Gezuz, por isso eu o matei!Ele esta morto pra mim.Não pode oferecer uma VERDADEIRA vida em abundancia.



Não o matei pq não quero ser a primeira em tudo, poxa até que eu queria, quem sabe se eu me esforçar mais, posso ser. Não foi por não querer ser a mulher maravilha que não fica doente, eu tb gostaria de não adoecer, mas com um corpo sujeito a isso fica difícil. Não o matei pq eu não queria sete vezes mais de benção, seria bom pro meu bem estar ser abençoada com casa, roupas e carro mas isso é tão egoísta. Matei Gezuz pq conheci Jesus, o ÚNICO, o verdadeiro, e Este é diferente do "similar", Ele me ensina que por mais que as circunstancias estejam ruins, pq SIM elas podem ficar ruins, tudo ocorre pro meu bem. E que minha vitória esta Nele, onde sei estar abatida, e sei também ter abundância em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruída, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade(Fl.4:12).Ele me fez perceber que o mundo não gira ao meu redor, que existem muitas pessoas precisando conhece-Lo, e que isso pode acontecer através de mim.

É, apartir daí a minha vida ficou bem mais leve, pois eu entendi que o Gezuz "similar", promete coisas corruptíveis, uma felicidade egoísta ligada ao dinheiro que esta sempre um passo a frente, e que por mais que vc corra pra alcança-la dificilmente conseguirá, e ainda que consiga alcançar alguma de suas “promessas” não será suficiente, já que o que preenche a vida do homem, o que transforma de forma significativa é Jesus, o verdadeiro.

O fardo desse Gezuz é pesado.Segui-lo gera muitas frustrações.É por isso, que o matei!

Em Jesus Cristo eu encontrei a paz, o amor, a alegria independente do que me cerca. Ele me apresentou um Reino que não é desse mundo, me mostrou que devo buscar em primeiro lugar as coisas de Seu Reino e que tudo que me é necessário será acrescentado, me ensinou que melhor é "dar do que receber", me mostrou valores incorruptíveis, me ensinou que ainda que eu não chegue em primeiro lugar, Ele esta comigo. E que posso passar pelo vale da sombra da morte pq mesmo ali Ele comigo estará.

Tudo que ocorre na minha vida, por mais difícil e incompreensível que seja dignifica a Jesus Cristo, basta olhar pelo lado certo, basta desligar-se do reino de Gezuz, que é material, capitalista de valores invertidos.Parece loucura.E talvez até seja.Mas foi o que me trouxe a vida.

Jesus ensina a servir e Gezuz a ser servido.Jesus ensina que no mundo teríamos aflições, e Gezuz que quem passa por elas esta em pecado.Jesus perdoou todos os meus pecados morrendo numa cruz, Gezuz diz que esse sacrifício não foi suficiente.

Gezuz só vive por conta da ignorância, arrogância, orgulho e cobiça humana.É, eu fiz, foi necessário, eu matei Gezuz!Mate ele vc também!

Com a morte de Gezuz poderíamos nos esquecer de vez das nossas cobiças, do nosso egoísmo, da nossa falta de amor e carinho com o próximo, e começar a apresentar o verdadeiro Jesus que um dia nasceu, cresceu, morreu e ressuscitou para que todo homem fosse salvo, livre. Poderíamos compartilhar a mensagem que Cristo trouxe aos homens de forma que a assistência chegasse aos necessitados, lhes proporcionando mudança de vida em todos os âmbitos. Poderíamos fazer a diferença no meio que vivemos. Poderíamos deixar que o amor de Cristo nascesse nos corações.

Na minha vida esse outro Gezuz não vive mais. Matei ele pra sempre.

Quero Jesus Cristo, o ÚNICO e VERDADEIRO. Aquele que veio ao mundo, que nos amou, se humilhou tornando-se homem, viveu e submeteu-se em obediência até a morte de cruz, sem reclamar.Voltou a viver para que pudéssemos ter vida, e vida em abundancia.Quero Sua simplicidade. Quero estar preparada pra me apresentar a Ele.

Essa é a única “formula de sucesso”: Negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e siga-O.(Mc.8:34)

Nele tudo se faz novo.É Ele que eu quero.



- Postado por: Cris Corrêa às 09h52 PM
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